Açúcar: uma droga liberada!


Oi pessoas, tudo bem?

Aqui estou eu mais uma vez para compartilhar minha saga no combate à obesidade. E o vilão da vez será o açúcar. 

Já falei aqui algumas vezes que este tem sido um dos meus maiores oponentes, se não for o maior. 

Segundo a nutricionista e especialista em nutrição esportiva funcional, Amanda Brito, o açúcar tem efeito mais potencializados que a própria cocaína: “Quando ingerimos açúcar em maior quantidade (alimentação da maioria dos brasileiros), acontecem algumas reações bioquímicas no cérebro, uma delas é a liberação de dopamina que promove a sensação de prazer”. 

                  
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A especialista explica que “com a repetição desse estímulo, os receptores de dopamina começam a ficar desregulados e o indivíduo  não sente tanto prazer com a mesma quantidade de açúcar. Então se faz necessário cada vez  maiores quantidades de açúcar para ter a sensação de prazer. O mesmo mecanismo das drogas, porém, bem mais intenso”.


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 Não é novidade para ninguém que se cortarmos o consumo do  açúcar, (principalmente  o processado),de vez,  da vida, já eliminamos grande parte dos problemas nesta batalha. 


Porém a questão é: qual o método ideal para tal façanha? Analisando diversas técnicas percebi que a mais ideal  (para mim), é criar um hábito por “APENAS” 21 dias consecutivos para que o cérebro entenda que a partir do 22° dia, esses hábitos já fazem parte da sua vida, e  não cobre isso de você em forma de crises de abstinência.

Só que escrevendo e falando é muito lindo e perfeito. O difícil é  a prática... e como é!

Mas já que tinha que ser, comecei a batalha dos 21 dias. Sim, digo batalha porque conflitar com algo que  você, por conta própria precisa, mas não quer banir da sua vida e este algo te traz prazer momentâneo e depois te manda para a fossa, é  foda.

O ciclo do açúcar no nosso organismo


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Para que você consiga analisar melhor, entenda como o ciclo do açúcar funciona no nosso organismo: 

1° : Você ingere o açúcar (tanto na forma de açúcar mesmo quanto na forma de farinhas brancas, refinadas, frutas;

2°: Rapidamente após a absorção acontece um pico de glicose na corrente sanguínea (aumento do açúcar no sangue);

3°: Para esse açúcar entrar na célula o corpo libera a insulina que transporta a glicose para dentro da célul;

4°: Depois desse pico de insulina a glicose cai na corrente sanguínea e o corpo envia para o cérebro sinais de fome para enviar mais glicose e repetir o ciclo.

Essa glicose dentro da célula, quando não é utilizada será armazenada na forma de gordura.

Após esta explicação da minha nutri,   criei uma estratégia para tentar (mais uma vez), me livrar deste vício: 

Primeiro: adotei um novo linguajar: troquei o verbo SER pelo verbo ESTAR. Logo: “eu Sou viciada em açúcar”, passou a ser: “eu Estou viciada em açúcar”.

Isso porque eu entendo que se eu não nasci assim, logo não sou. Concordam?

Segundo: comecei a mudança pelo café da manhã. Sabe aquele pão doce com creme (maravilhoso por sinal)? Não faz mais parte da minha vida. E aceitar que se é para ter  o pão, ele tem que ser 100% integral e livre de açúcares.

Terceiro: Eliminar qualquer doce que esteja na sua geladeira. Obs.: recebi visita ontem e servi  uma cocada de colher que fiz para a visita que também  recebi no último domingo. Confesso que comi também... me sabotei  alegando que o objetivo era eliminar de vez o doce da minha casa. E graças a Deus acabou. 

A tarde passou e a noite chegou. Até aí, alimentação linda. Após o treino comi ovos com iogurte. Em seguida cochilei...
Acordei próximo das 00h... de repetente... abstinência ... fissura  para comer algo. Não importava o que  fosse. Mas não era hora de comer.

Terrível! Muito ruim mesmo você querer comer qualquer coisa só para não perder o hábito de mastigar...
Encontrei o resto de biscoito levíssimo de maisena. Comi e tomei um suco. Escovei os dentes e fui dormir.

Antes disso fiz minha  oração e aproveitei para pedir a Deus que me ajudasse nesta milésima tentativa de voltar a ser saudável. E eu sei que Ele vai me ajudar, afinal, estou fazendo a minha parte, né?

Amanhã, será outro dia. Não me culpo por ter falhado (mesmo que pouco), no 1° dia. Não mesmo! Por que mudança requer disciplina. E disciplina se constrói diariamente. 

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