Mudar é preciso! Tchau 2016!

Então 2016, a saída e logo ali. E com você, por favor, leve muitas coisas que "pretendo" não fazer uso e nem presenciar em 2017. Como: tristeza, amargura, solidão, maldade humana, gordura corporal, maus tratos aos animais, falta de $, crise no país e Química no meu cabelo.


Arquivo Pessoal
E por falar nela, informo que deixar de usar química não me faz mais ou menos negra. Ao contrário, me dá uma liberdade que eu não sei "no momento" me expressar, mas que tomar a decisão de deixar o meu cabelo natural foi difícil. Desejável, mas difícil. Desde criança relaxava o meu cabelo. Não julgo a minha mãe, afinal, foi uma forma de me ver bem mais feliz e com menos trabalho para pentear meu crespo.
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Hoje, às crianças e adultos também, podem levantar as mãos para o céu, pois as empresas enfim perceberam que é uma bobagem não investir em TODOS OS TIPOS DE CABELO.
Ontem foi o dia do meu BC. Fiquei muito pensativa se era isso que eu queria e se estava na hora certa. O medo de reviver muitas coisas da minha infância ressuscitou.

Mas Deus, através do meu marido Alisson Marques, e de algumas amigas como: Danny Mendes, Vivi Olly, Sheila Antão, Sheila Matias, Wal, Greyce Mello, Dalis, Luciana e as integrantes do Clube De Blogueiras Negras de BH, me ajudou.

E aqui estou eu: Livre! Uma nova Aline! Uma Aline que quer ser camaleoa. Uma amiga me disse que não acredita que viveu para ver isso. Na hora eu ri porque eu era viciada em química capilar e ela provavelmente sabia.

Hoje eu quero meu black láááá no alto. Podem esperar, mas se amanhã eu quiser relaxar... aí serão outros 500.




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