E neste mês em que comemoramos o Dia das Mães e o Dia da Família, quero falar como se sente uma tentante nesta época: angustiada, triste, desesperada, sem colo, incompreendida (por muitos), e cansada de ouvir : “calma, ano que vem é você", ou "por que você não adota"?

O que quero dizer é que a tentante NÃO QUER A SUA DÓ; A SUA INDIFERENÇA; QUE VOCÊ LEVANTE SOLUÇÕES SUBSTITUÍVEIS COMO ADOTAR UMA CRIANÇA OU UM ANIMAL...
O que muita das vezes ela quer além de ter o  seu filho nos braços, é claro, é que você respeite a sua dor de falar 1000 vezes que quer ter um bebê. Mesmo que você não acredite que ela vá conseguir. Empatia pela dor alheia é importante! Sororidade, minha gente!
Arquivo Pessoal
Sendo assim, tentante, NÃO DESISTA! VAI DAR CERTO!  Deu pra mim e vai dar pra você! Eu não desisti! Tenha fé!

Eu orei... e como orei. Eu tinha certeza que meu bebê chegaria.  A medicina me dizia não, mas Deus me dizia sim. Eu achava que seria menino de tanto palpite alheio. E qual a surpresa? Minha Luísa, Isabella Luísa. Chorei... e como chorei! Chorei ao descobrir a gravidez, chorei (e muito) na ameaça de aborto,  quando descobri que seria Bella, quando ela nasceu por ela existir... por me amar! Choro ao escrever este texto.

Eu só agradeço por ser minha. Por ser minha filha, por me amar assim: tão falha. Te amo! E obrigada por hoje. Meu 1° de muitos mês das mães! Te amo até no céu!





O mês  de maio chegou  e com  ele vem o dia em que muitas mulheres gostariam de celebrar como protagonistas: o Dia das Mães.  Diferente  do ano passado (que eu estava gravidinha), este ano celebrarei meu 1° Dia das Mães  com a minha bebê  nos braços.  Mas exclusivamente hoje eu preciso compartilhar com vocês  um gesto  de gratidão  pela ótica  de uma criança de 10 anos que foi adotada. Para quem  não  sabe dia 25 de maio é considerado  o Dia Nacional  Da Adoção.   E eu quero mostrar pra vocês o que sente uma criança que recebe a oportunidade de viver em família.  Lembrando que estou falando de um fato real e que aconteceu em Betim.
Arquivo da família
A estudante Sofia S. P. foi convidada por sua professora de produção de texto (Instituto Eros Gustavo), a participar do Concurso Mundial De Cartas, organizado pelos correios. O tema desta vez foi “Meu Herói”. E em um mundo onde a maioria das crianças enxergam nos pais ou nos desenhos infantis seus heróis, a estudante espontaneamente decidiu seguir na contramão e homenageou àquele que foi, a seu ver, o protagonista da sua adoção: o advogado da família, Dr. Chaquibe Hassan Souki Hunior.
O que pretendo neste texto é que vocês entendam que adoção vai muito além de ir a um orfanato e buscar uma criança.  É preciso que este amor seja gerado primeiro no coração.  Abaixo a cartinha da Sofia (sem edição). Duvido vocês não se emocionarem com tamanha gratidão.

“Melhor Lugar do Mundo, 23 de Fevereiro de 2019.

Caro leitor,

Já vi heróis que usam capas. E também já vi heróis usando jalecos, pincéis, microfones, cuidando dos filhos e até dirigindo. Mas o grande herói que conheci na vida, usa terno gravata e carrega muitos livros. O nome dele é Chaquibe Hassan Souki Hunior, tem 52 anos, 3 filhos e há 28 anos se formou em Direito em uma conceituada Universidade. Ele sorri muito e chora fácil.

Quando fui adotada por minha Família, foi um processo demorado, difícil e muito doloroso. É incrível que tenha sido assim, mas foi. E o meu herói aceitou se aventurar comigo e minha família na difícil jornada da adoção. Viajou conosco algumas vezes até minha cidade natal, que é bem longe, em busca da minha felicidade. Sempre forte e positivo.

A adoção é um processo muito complicado. A antiga família precisa dizer para o juiz que concorda com a adoção. Mas, ás vezes, eles dizem que não concordam e pedem outra chance para ficar com a gente. E na maioria das vezes, já estamos com nossa família nova, felizes e tão amados que tememos ter este sonho destruído.

O meu processo durou 2 longos anos e meu herói sonhou comigo e minha família com o grande dia. E o grande dia chegou. As coisas boas sempre nos encontram. Então, minha família decidiu vender nosso carro e pagar a ele o valor devido por todo o serviço. Mas ele não quis receber. Deu-me um abraço demorado e disse que o pagamento que ele queria, era ter sempre boas notícias a meu respeito.

O meu herói continua saindo de casa todos os dias destemido e em busca da felicidade de outras famílias. Pode ser visto, com facilidade, pelos corredores da justiça da minha cidade.

Sempre levo no coração, gratidão por tê-lo conhecido e ter aprendido a defender o que acredito. Desejo que todas as famílias que o encontre, também tenham final feliz.

Com amor e gratidão,
A menina que ama sua família, Sofia S. P (10 anos).

DIA NACIONAL DA ADOÇÃO

No dia 25 de maio, no Brasil é comemorado o Dia Nacional Da Adoção. A data tem por objetivo promover debates sobre um dos princípios mais importantes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): o direito da convivência familiar e comunitária com dignidade.  E quando as crianças são abandonadas ou negligenciadas por seus pais biológicos a adoção é uma forma de oportunizar a criança/adolescente o direito de viver em família, de forma harmoniosa e saudável dentro de um contexto familiar e social

O Que é Preciso Para Adotar Uma Criança?

Como eu disse, muito mais que querer adotar, é preciso que o amor seja gerado no seu coração. Mas também é preciso seguir alguns pré-requisitos:

1º - Tomar esta decisão em família;
  - Ser maior de 18 anos independente do estado civil; exista uma diferença mínima de 16 anos entre o adotante e o adotado; Cônjuge poderá adotar o filho do companheiro; A justiça não coloca obstáculos na adoção por homo afetivos; a autorização fica a cargo do juiz responsável. No entanto, desde o reconhecimento do casamento civil entre casais do mesmo sexo, em 2013, o processo tem se tornado cada vez mais simples.

Quem não pode adotar: Avós não podem adotar netos; irmãos não podem adotar irmão; tutores não podem adotar tutores; pessoas que não gozam plenamente de suas faculdades mentais.

Para mais informações, dirija-se à Vara da Infância e da Juventude ou ao Fórum do seu município.

Assim como acontece com muitas famílias, os pais de Sofia, Andrêsa Silveira e Fábio Prates, também passaram pela dor da infertilidade.  Após Andrêsa perder dois bebês, por inúmeras vezes optar por tratamentos e perder suas trompas, o casal decidiu pela adoção. Sofia chegou à família com apenas sete dias de vida.  Há três anos o casal resolveu aumentar a família e após fertilização in vitro, nasceu Maria. “Sofia não nasceu de mim, mas nasceu para mim”, conclui Andrêsa.

 
Vamos conversar sobre Body Positive?

Muito se ouve falar sobre a expressão Body Positive.  Mas você sabe o que é isso? A expressão significa IMAGEM CORPORAL POSITIVA. Em suma significa gostar da própria imagem como ela é sem se deixar levar aos padrões assim impostos pela sociedade.

Mas Aline, o que você tem a dizer sobre isso? É contra ou a favor a esse movimento?

Imagem da internet
Bom quem sou eu pra julgar o sentimento alheio.  Confesso que ERRONEAMENTE já cheguei a pensar que é IMPOSSÍVEL alguém se sentir feliz estando gorda.  A verdade é que esse ponto de vista foi baseado na MINHA forma de pensar.

Eu como vocês sabem, não me aceito acima do peso e busco mudanças. Mas quem gosta ou não vê problemas em estar acima do peso deve ser respeitado (a).  A bailarina plus size Thaís Carla postou em suas redes sociais uma reclamação sobre assentos para obesos em avião.  Por conta disso, ela foi duramente massacrada na net.  Resumindo: escolher o corpo que tem, significa também aguentar as consequências de suas escolhas. Sejam elas quais forem.

1,2 kg me separam dos dois dígitos na balança.  Sim, muito pouco para sair da casa dos 100 kg. Sabe quando foi a última vez que a balança apontou dois dígitos? Há exatos seis anos. Essa foi à última vez que me vi assim. E hoje eu quero te encorajar a manter o foco. Por que eu como um ser humano comum penso em desisti a todo o momento. Por que mudar dói.  Dói muito! Mas saber que é possível estar melhor, trás um ânimo.

Para vocês terem uma ideia, Bella já come frutinhas e comidas sólidas.  E segundo a pediatra, a partir de agora posso fazer uma transição gradual para a refeição da família. Daí eu pensei: sou tão disciplinada com a alimentação da Bella... Faço tudo com TANTO AMOR que agora só preciso ter este mesmo amor por mim.


Enfim, não é fácil, nunca vai ser... mas estarei aqui torcendo por vocês.  A meta atual é sair dos três dígitos. “Vamo que vamo!”.

- E se sua filha precisar ir ao médico? Como você vai fazer?

- Bom, minha filha estuda em período integral e meu esposo trabalha a noite. Logo, durante o dia ele ficará a disposição dela. E quando eu chegar do trabalho será a vez dele sair para trabalhar e assim vamos criando a nossa filha de quatro anos.

- Olha, infelizmente não poderemos ficar com você! Se sua filha precisar ir ao médico, você terá de sair do trabalho mais cedo e isso não será bom para a empresa.  Em uma próxima oportunidade te chamamos.
Esse foi o retorno que uma amiga muito querida teve de uma rede de farmácias quando estava à procura de um emprego de balconista. Ela que é formada em RH, além de ter que se submeter a procurar por uma vaga fora da sua formação, foi obrigada a escutar este tipo de retorno da empresa.

Arquivo pessoal
Não se trata de competência, mas sim de uma sentença que nós mulheres sofremos assim que anunciamos que estamos à espera de um bebê.  Entendem agora por que algumas mulheres optam por não ter filhos? Há casos e casos, obviamente, mas esse é sim um dos motivos pelos quais fazem algumas mulheres pensarem duas vezes se vale a pena ou não realizar o sonho da maternidade.

O FILHO É DA MÃE!  E não sou eu quem está falando! É o mundo corporativo que insiste enfiar goela abaixo que nós mulheres não temos condições de administrar a carreira, maternidade e o lar. É foda! Mas é assim que acontece!

www.petitpapillon.com.br
Outra amiga, bancária, sonhou a vida inteira em ter um filho (hoje ela tem um casal). Mas quando ela engravidou do mais velho, ficou o período de licença maternidade seguido de um mês de férias – que é direito dela – ao fim do período foi demitida assim que retornou ao trabalho. Isso após mais de cinco anos servindo a empresa. Qual a desculpa? MATERNIDADE!  Hoje além de ter mais um filho, está em outra empresa e consegue administrar casa, maternidade e carreira tranquilamente.

Falta muita empatia por parte das empresas . Se é que essa é a palavra correta. Por trás de uma criança, geralmente há um casal (o que não é regra, eu sei), que são responsáveis por ela. E mesmo que não haja os dois, o fato de a mãe querer trabalhar é por que ela quer oferecer um futuro digno para sua criança.


Tão óbvio né? Explica para eles (empresa)! Quem sabe dá certo!

Esta é uma pergunta que posso afirmar que TODA PESSOA QUE VIVE UMA VIDA A DOIS JÁ SE FEZ! O sonho do casamento permanece vivo, sobretudo no coração das mulheres que em sua maioria planejam minimamente esta data. Há aquelas que desejam um vestido de princesa, outras os modernos. Tem aquelas que a prioridade é uma orquestra, como foi o meu caso, e não posso me esquecer das que preferem aquela cerimônia mais íntima.  Enfim, mesmo com tantos sonhos, todas nós já nos questionamos se valeu a pena mudar de vida para tentar ser feliz com outra pessoa.

Foto Adriene Miranda
E se você já se fez esta pergunta, quero lhe propor a assistir o filme “Por que Eu Me Casei". Sem spoiler, é claro, o filme conta a história de quatro casais de amigos que todos os anos tiram férias juntos com o objetivo de renovarem os votos matrimoniais. Misturando comédia e romance o filme em que uma das esposas sofre com obesidade, mostra de uma forma nada convencional como manter um casamento. E desta vez, uma surpresa, a presença de uma linda jovem solteira cria situações inusitadas e hilárias, com a revelação de segredos que jamais devem ser revelados entre homem e mulher. É aí que vão ficar evidentes quais são as verdadeiras bases de uma relação duradoura.

Imagem Da Internet
Apesar de o filme ser de 2007, ele se adapta a qualquer momento da nossa vida e traz a seguinte reflexão: Será que vale a pena viver de aparências? Será que vale a pena deixar de resolver um problema a dois e alimentar uma falsa alegria apenas para fazer bonito para os amigos? Será que vale a pena contar seus segredos conjugais para seus amigos?

Vale a pena assistir.  Te garanto que você vai se emocionar e rir demais.  Então, mesmo na era da internet corre na locadora mais próxima, no Youtube (já tem disponível), é até mesmo no Netflix (não sei se já está disponível). 

E uma coisa te garanto: duvido que sua vida será a mesma. Rsrsrsr...

Gostou do texto? Então deixe seu recadinho.

Grande beijo! 

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Quando se tem um bebê você passa a compreender todas as vezes que suas amigas falavam que a vida estava muito corrida e que mal pegavam no telefone para responder alguma mensagem.  Eu achava que isso era meio impossível de acontecer, mas não, não é mentira.

A verdade é que quando se tem um bebê em casa a vida da mãe tem que dar sequência. Só que para este estágio chegar é preciso que a mãe entenda que demanda tempo para ela se encontrar na vida novamente. Sim, nós ficamos perdidas. Vivemos uma espécie de luto do nosso antigo EU.

Aquela mulher que não tinha hora para acordar, que saia a hora que fosse, que comia quando lhe desse na telha, que tomava banho por horas, deixa de existir e passa a dar lugar para uma nova pessoa: a mulher mãe!
Eu por exemplo, por diversas vezes questionava amigas mães sobre como elas conseguiam fazer as coisas em casa, passear, acordar de madrugada, não se esquecer de escovar os dentes, lavar cabelo, dentre outras coisas e ainda sim, cuidar do bebê! As respostas sempre eram: CALMA! FAÇA QUANDO DER! VAI PASSAR! VOCÊ VAI SE ENCONTRAR. SOFRA MENOS!

E agora, seis meses após o nascimento da minha bebê, vejo que faz todo sentido. Pouco a pouco vou me encontrando. E afirmo que ainda falta muito pra chegar lá.  Daí você me pergunta: - Aline, como você tem feito para não deixar que a maternidade roube você de você mesma?

Simples! Levo Bella para tudo o que pretendo fazer desde que não haja sofrimento para ela. Vou citar dois exemplos no âmbito profissional:

No último sábado participei de um curso de Marketing 4.0, no Espaço Imagem Viva, ministrado pela jornalista Deborah Ribeiro. A palestra durou cerca de 2h. E lá estávamos eu e Bella.

Foto Imagem Viva
2° Duas vezes na semana eu vou a Academia New Gym Brasil Mangabeiras, treinar com o personal Wagner Albergaria. Eu preciso ir principalmente por questão de saúde. Bella começou a introdução alimentar agora. E ainda mama no peito. Então o que eu faço? Levo minha mãe comigo para ficar com ela durante os 60 minutos de treino. E se ela chora minha mãe me chama.
Arquivo pessoal
É claro que para todos os casos, levo a bolsa com os pertences dela, como se fosse um passeio. Troco ela, amamento, se precisar tiro a roupinha dela pra ela se sentir confortável, faço dormir... não a deixo sofrer. Existe um ditado que diz: para quem quer bater não falta pau.

Agora, eu respeito também os horários dela.  Evito sair à noite por causa do horário dela dormir. E se o faço, evito lugares agitados.  

A verdade é que existem mulheres que por necessidade, aos quatro meses de vida são obrigadas a deixarem seus filhos com estranhos para trabalhar. Acho que por tudo o que passamos merecíamos pelo menos um ano de licença REMUNERADA, claro. Mas já que ainda não é possível, fazemos o que está em nosso alcance.

Então, fica aí a minha dica, mulherada. Busque inserir seus bebês na rotina de vocês sempre respeitando os limites deles. Vai chegar o tempo em que eles irão para escolinha, ficarão com avós com mais facilidade e até mesmo com babás (para quem tem condição pra pagar). 

 Por instinto, temos a tendência de nos anular por causa da maternidade. E isso é ruim. O certo é: nasce uma mãe, nasce uma nova mulher. E não o contrário.  A maternidade vem para agregar, sempre! Mãe feliz, filhos mais felizes ainda.


Grande beijo!


Há 38 dias  recomecei meu processo de emagrecimento. E de lá pra cá tive altos e baixos que me fizeram e ainda me fazem refletir sobre como o tempo em que o meu corpo necessita para mudar NECESSITA ser respeitado.

E eu vou falar com vocês uma coisa: nós somos egoístas.  Queremos resolver em 15 dias o que conquistamos em 15 anos, por exemplo.  Por que assim foi comigo. Em 2002 eu pesava lindos 72 kg. E de lá para cá cheguei aos 116 kg.
Imagem da internet
Conversando com a minha nutricionista Bárbara Costa, deixei claro que minha meta é chegar aos 80 kg no mês de julho.  Com base na nossa última consulta, eu estava pesando 105,1. O que correspondia 25 kg a mais desta meta que eu havia pré-estabelecido.

Bárbara me explicou que mesmo fazendo a minha parte é preciso respeitar o tempo de resposta do meu corpo. Imagina se eu fosse esperar 15 anos para voltar aos 72 kg. Muito tempo não é? Mas deveria levar com naturalidade por que foi esse o tempo que ele gastou pra chegar onde está.

O que ela quis dizer com isso? É hora de correr atrás do prejuízo, fazendo a minha parte BEM FEITA que é estimular as mudanças no meu corpo com reeducação alimentar e atividade física, e combatendo a ansiedade. E acima de tudo: não estabelecer metas irreais que nem eu mesma saberei se conquistarei por que não sei como meu corpo irá reagir. É óbvio que não estamos trabalhando para conquistar as metas em 15 anos.


Meus resultados pós início de RA
Mas com a certeza de que em julho estarei com o peso que batalhei para estar mediante aos meus estímulos corporais.O que eu quero dizer com isso? Vamos nos cobrar menos e viver mais.  Falo isso a começar de mim. Uma seguidora uma vez me disse que “quando valorizarmos os pequenos resultados aprenderemos a valorizar os grandes".

Isso tudo por que eu emagreci até a última consulta 800g, perdi medidas, não ganhei peso e não fiquei grata comigo mesma. Quanta ingratidão!

Vamos exercitar a gratidão! Assim o fardo fica mais leve.

Grande beijo!

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